
Todos em seus devidos lugares.
A corrida começa. O amor larga em primeiro lugar, vagaroso porém ganhando espaço, superando barreiras e vencendo limites. Até que para sua admiração, surge a decepção. Trazendo consigo a mentira e a omissão. O ódio desperta para os fatos e vai para a corrida, ganhando um espaço significativo. Todos duelam, arrancando faíscas uns dos outros. E qualquer dos oponentes parecem desistir. Á essa altura estão um tanto cansados. E para o espanto da plateia, surge a esperança, essa por vez caminha lenta, arrastando consigo o afeto e a ternura. A corrida volta ao ritmo acelerado, e todos os jogadores colidem. O medo nasce, firme e forte, vindo á correr imediatamente, os motores funcionam rápido demais, prestes á fundir. Até que acontece á explosão. E como flechas, todos os oponentes se unem ao adversário inicial, o amor. Que vence, mesmo originando tantos estragos. Se isso é bom ou ruim, eu ainda não sei.
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